sábado, 13 de dezembro de 2008

Cirurgia bariátrica.

Li esse artigo e gostei muito por isso vou transcreve - lo:

Artigo:Cirurgia Bariátrica (redução do estômago):
uma questão de escolha?

Texto escrito por Cilene Brito.

Fonte: http://www.correiodabahia.com.br/aquisalvador/noticia_impressao.asp?codigo=155576


Está sendo cada vez mais comum obesos aceleram a ‘engorda’ para realizar a cirurgia bariátrica. No entanto, especialistas alertam que o artifício usado para obter grau de morbidade pode trazer sérios danos à saúde.

“Estou engordando para fazer a cirurgia”. Essa frase é muito mais comum do que se imagina entre obesos que desejam fazer a cirurgia bariátrica, indicada para redução de estômago, e ainda não alcançaram o peso ideal para serem submetidos ao procedimento. Em vez da reeducação alimentar para perder peso, muitos pacientes optam pelo método mais radical, confiantes de que a cirurgia é a saída para o problema. Especialistas condenam tal atitude, alertando que o ganho de peso acelerado pode trazer sérios riscos à saúde. Do outro lado, planos e convênios médicos são ainda mais rigorosos e exigem uma lista de exames e laudos para autorizar o procedimento.
Engordar para se tornar candidata ao procedimento foi a meta da artista plástica G.M.C, 33 anos. Em um ano, ela ganhou 12kg, passando a pesar 98kg, distribuídos em apenas 1,55m de altura. “Era muito mais fácil engordar dez quilos do que perder 40kg. Passei a minha adolescência inteira tentando emagrecer e não conseguia. Para mim, a cirurgia é a única forma de conseguir alcançar o peso adequado. Já tenho laudo de um psicólogo que atesta que tenho compulsão por comida”, revela a paciente.

A decisão foi tomada após anos de dietas frustradas e ao saber que ainda não tinha o perfil para o procedimento. Sem apresentar problemas graves de saúde, como hipertensão arterial, apnéia do sono e colesterol alto, ela também não tinha índice de massa corpórea (IMC) acima de 40 kg/m2 - o mínimo para ser classificada como portadora de da obesidade mórbida. Com a dieta de engorda, G.M.C passou de obesa moderada, com IMC de 35.8, para obesa mórbida, com IMC de 40.79.
A paciente diz que mantém o anonimato por medo de que o plano de saúde vete a cirurgia, sob a alegação de utilizar meios ilegais para o procedimento. Ela defende que não se trata apenas de uma questão estética. O ganho de peso já trouxe conseqüências para sua coluna, problemas dermatológicos e deixou seu estado emocional abalado. “Não tenho qualidade de vida nenhuma. Minha auto-estima é muito baixa. Me olho no espelho e não tenho vontade de viver. Morro de vergonha quando tenho que abaixar até para pegar uma moeda”, desabafa.

Conheçam os principais exames exigidos:

* Exames de sangue completos;
* Raio-x das articulações;
* Endoscopia;
* Polissonografia (diagnóstico da apnéia);
* Ecocardiograma;
* Eletrocardiograma;
* Mamografia para as mulheres;
* Avaliação psicológica;
* Em alguns casos, o histórico de consultas com um médico endocrinologista, com o objetivo de provar a tentativa de tratamento para emagrecimento.

Possibilidade de adquirir doenças:

Casos como o da artista plástica G.M.C não são isolados. Obesos classificados nos graus I e II, que não conseguem sucesso através de dietas, fazem de tudo para alcançar o índice de morbidade. O cirurgião bariátrico Márcio Café alerta que o ganho de peso acelerado é uma atitude condenável, além de ser extremamente perigosa. “Quem aumenta mais de 20% o seu peso corre quatro vezes mais o risco de desenvolver doenças associadas à obesidade mórbida, como diabetes, hipertensão, gordura no fígado, comprometimento nas articulações, entre outras”, afirma.

O especialista diz que a cirurgia deve ser a última alternativa para o obeso, lembrando que o procedimento também oferece riscos. O cirurgião salienta que, antes da indicação cirúrgica, são avaliados todos os exames do paciente, inclusive os psicológicos. O procedimento é indicado quando se constata o insucesso com o método da reeducação alimentar e se forem detectadas doenças com complicações graves, como hipertensão, apnéia e colesterol elevado. A avaliação é feita por uma equipe composta de vários profissionais.

O especialista defende, no entanto, que o procedimento não deve ser apenas indicado com base no IMC. Ele deve levar em consideração casos em que a obesidade esteja interferindo na saúde do paciente e comprometendo a sua qualidade de vida. “Há obesos que possuem IMC de 40 e não possuem exames alterados, enquanto outros possuem IMC de 35 e já estão doentes. Estes têm muito mais chances de serem operados”, explica. É com base nessa avaliação que os médicos condenam os planos de saúde que tentam impedir a realização da cirurgia em pessoas consideradas obesas moderadas, com IMC menor que 40, mas que apresentam problemas de saúde. “Os planos precisam entender que não vamos operar índices, mas sim, pessoas”, pontua.

Para a psicóloga Sylvia Barreto, que trabalha no Centro de Obesidade do Instituto Márcio Café, a ânsia de alguns pacientes em fazer a cirurgia bariátrica se justifica pela crença de que o procedimento representa a cura definitiva da obesidade e o fim de todos os problemas relacionados ao peso.
Essa é uma falsa idéia, afirma a psicóloga. “A obesidade não tem cura. O paciente não pode achar que irá ficar curado. Ele terá que controlar o peso para o resto da vida. A cirurgia é apenas um tratamento”, alerta.

A especialista salienta que, geralmente, os pacientes obesos apresentam estado emocional abalado, com quadros de ansiedade, baixa auto-estima, limitações na vida social e afetiva e depressão. Esses fatores contribuem para que essas pessoas se sintam mais vulneráveis a certas atitudes radicais.

Principais indicações e cálculos:

A cirurgia bariátrica é realizada quando o índice de massa corporal (IMC), ou seja, a razão entre o peso e o quadrado da altura é maior que 40kg/m². É o caso, por exemplo, de uma pessoa de 1,70m que pesa mais de 116kg. A operação também é indicada nos casos em que o IMC varia entre 35kg/m² e 40kg/m² e o paciente apresenta diabetes, hipertensão arterial, apnéia do sono, hérnia de disco ou outras doenças associadas. Em ambos os casos, o Consenso Latino-Americano de Obesidade só recomenda o procedimento a pessoas que vêm ganhando peso nos últimos cinco anos, sem resposta satisfatória ao tratamento convencional.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Cardápios.

Dia 10/12/08

Café da manhã
fatia de pão 9 grãos – 47
1 c.c de margarina – 17
¾ de xícara de leite com café – 60................124

Lanche:
Não fiz porque estava no estágio...


Almoço:
Ainda no estágio por isso é lanche...
2 fatias de pão 9 grãos – 97
2 fatias de mussarela – 94
1 laranja – 47..........................238

Lanche: 154 calorias!





Jantar:308 calorias...notem a quantidade de alface...



Beliscada... não tirei fotos mas as minhas calorias estavam tão baixinhas que comi 1 colher de sopa de uva-passa 30 calorias e depois chupei uma bala de coco 20 calorias total:50.

Ceia: 164 calorias
Aqui está o famoso Shake de gelatina e as rosquinhas de coco...rsrsr.



Total : 1116!!

Enfim a era digital chegou na minha R..A!!

Decidi fotografar um pouco a minha R.A e assim vocês verão que não é sacrifício algum seguir esse estilo de vida, tão econômico e saudável já que eu emagreci apenas o corpo e não o bolso eu poderia dizer que faço R.A baixa renda..kkkk verão que os ingredientes são simples e baratos, como o arroz e feijão de todos os dias...
Como me senti hoje? Olha é um daqueles que dias que você é obrigada a manter as 1.200 calorias sem fome nenhuma.

Como me senti hoje? Olha é um daqueles que dias que você é obrigada a manter as 1.200 calorias sem fome nenhuma.

O que fiz de bom: Mesmo cansada andei 30 hora na esteira e sem culpas, vivendo apenas o dia de hoje!

O que vou melhorar: Estou de parabéns, mas gosto dessa estória de melhorar sempre... srrs acho que vou tentar comer mais no café da manhã, nos dias que saio de casa as 6:00 da manhã é complicado, mas sempre dá pra levar uma fruta e comer no ônibus ou na chegada ao destino.

Maior dificuldade hoje: Trabalhar a mente no sentido de entender que o importante é seguir em frente sempre, mesmo quadno a R.A não é “perfeita”.

Como vencer ou como venci essa dificuldade: Não me cobrei tanto no quesito atividade física pois estava cansada e andei 30 hora depois que saltei do ônibus e 30 hora em casa soma 1 hora de caminhada.

Entrar no diário de alguém pra incentivar?ok

Comer de 3 em 3 horas? Não...

Respeitar meu limite de calorias?ok

Ter frutas e legumes na minha alimentação?ok

Tomar 2 litros de água?Quase...

Fazer atividade física? Qual? 1 hora de caminhada 30 ao descer do ônibus e 30 na esteira de casa total = 1 hora, superação meninas!!

Amigas,obrigado por tudo, venci mais esse dia, obrigado Deus!!!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Humanas e Reeducadas!!





Quem tem problema com a balança vive num constante controle, não ultrapassar calorias, beber líquidos, fazer atividade fisíca é um método a seguir...
Mas como somos humanas de vez em quando ocorre um deslize porque???
Tem dias simplesmente que você quer comer sem se preoucupar com calorias.. se aquele alimento é saudável ou não etc...
Por isso quando eu começo a me estressar cum pouco com a R.A eu sei que preciso de 1 dia de folga, pensando bem, mantemos um padrão por dias e até mesmo meses, um dia livre não vai sabotar a sua dieta não, vai te dar calma e tranquilidade pra continuar a jornada, vamos combinar não é fácil, vermos amigos e parentes que não tem problema com peso se empanturrando de cosas gostosas e nós as mártires tendo que se controlar o tempo todo...aff.
Permitir o descontrole é a melhor maneira pra não surtar..kkkkk
Coma tudo o que tem vontade em apenas 1 dia ou 1 refeição apenas reduza as porções e se possível evite frituras e produtos com excesso de sódio, um dia de folga não vai comprometer a sua R.A vai te dá folêgo pra seguir em frente.

Meu lema !!

Meu lema !!
de agora em diante!!

Minha reguinha do peso!